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06/08/2013

50 shades of Grey

Tanto tempo sem escrever e começo logo em grande ahhhh...
Para falar de algo, mal ou bem, é preciso ver, ler e ouvir. Tanta gente a falar do novo sucesso mundial que decidi que tinha pelo menos de ler um dos livros para perceber tanta excitação do mulherio. A história? A escrita? Se alguém não leu e está interessado lamento, mas tenho aqui alguns spoilers. Acabei recentemente o primeiro livro, em inglês, e há algumas conclusões a que chego imediatamente:

  • O Christian Grey é uma utopia - Só mesmo em ficção é que um gaijo é lindo, sexy, com um corpinho de cair para o lado, inteligente, filantropo, poliglota, toca piano e ainda gosta de pinar à força toda diariamente numa de "me joga na parede e me chama de lagartixa"..ahh e fofinho e bilionário claro.
  • A E.L. James (autora) é uma visionária. E eu só penso como é que eu não pensei nisto antes...os direitos dos livros já foram comprados para filme e tudo, já para  não falar na quantidade de coisas que já inventaram associadas ao tema. A minha teoria é que a mulher leu aqueles livros pseudo romântico eróticos "Sabrina"da Harlequin quando era teenager e tinha aquelas histórias enterradas na sua memória. Depois lá pensou que o que o sexo feminino (e algum masculino) gosta é de um bom cavaleiro andante, mas que goste de molhar o biscoito, porque isto só amor não chega. Então apimentou muiiiitoooo aquilo com uns detalhes sado maso e criou uma mina de ouro. 
  • A Anastasia é uma tótó. Ai e tal tantas duvidas existenciais até tiram do sério..."Porque será que ele não gosta de ser tocado?" "Que marcas são aquelas no peito dele?" Dois mais dois igual a quatro...dahhhhhhhhhh. É uma das coisas que mais me enerva na história. 
  • Acho que contei 89 vezes a expressão "holly fuck" e 3450 interjeições "ohh, yeaaahhh". 
  • Até gostava de ler parte do livro em português para me rir um pouco com as traduções. 
Para livro de férias, leitura fácil a coisa é engraçada. A escrita é fraquinha, fraquinha, sem queimar neurónios é uma maravilha, que bem que soube na espreguiçadeira à beira mar. Para além disso sempre serve de inspiração para os momentos mais calientessss ( para quem gostar da onda marquês de Sade). Ou bem me engano ou já sei como é que o enredo vai acabar, mas agora tenho de ler o resto, nem que seja para aprender umas técnicas e porque a minha veia cusca não resiste.
A trilogia

Jogos

Roupa de criança

Roupa de mulher 
Acessórios 

Exatamente o que eu pensei 

Maiii nada



Carteiras 

Roupa de bébé 

10/04/2012

A quatro mãos

Eu e o mate lá de casa....já agora ele não gosta nada deste termo. O que ele não sabe é que eu o uso não pensando na forma como os ingleses tratam os amigos "hey mate, mas sim como diminutivo de soulmate.
Como dizia, eu e o mate quando estamos a ver um filme, série, etc temos a mania que somos excelentes argumentistas, talentos não descobertos de Hollywood que adivinham todos os finais, por mais mirabolantes que sejam. E assim pensamos que seria interessante escrever um livro, histórias, contos, ainda não sabemos muito bem o que lhe chamar, a quatro mãos.
Ele apressou-se a escrever e já vai com uma história com uns quantos capítulos. Enviou-me e disse "agora continua". Pois agora é que começa o problema, porque eu não tenho nem a destreza, nem rapidez, capacidade, inspiração que ele tem. Li aquilo tudo de uma vez e aqui a "papa livros" está ansiosa para ler mais, para saber o resto da história. Até tenho uma ideia para uma continuação mas, por outro lado, acho que ele daria um seguimento muito melhor. e, em boa verdade, o que eu queria era que ele começasse o sempre adiado projeto da escrita.

25/02/2012

Gostei muito deste livro

E confesso que não estava nada à espera, quando vi que tinha sido escrito por um "coach" profissional. Pensei que era mais um daqueles fraquinhos versão 764 do "O Segredo". Não tenho muita paciência para essas coisas. Mas não foi. Ofereceram-me no Natal e li-o em meia dúzia de dias. Um bom romance, com uma escrita simples e de fácil leitura, mas apelativa. A história é muito atual e bastante positiva, o chamado "feel good" não filme, mas livro neste caso.  Aquele tipo de livro para quem gostou do "Código de Davinci" Ok? .Vejo mesmo uma versão filme do mesmo. Recomendo.

Nota: Já que agora leio tanto ou mais do que vejo filmes, (é o que dá andar de comboio) achei por bem deixar aqui os meus comentários  oficiais das obras.