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03/06/2013

Isto é o que eu entendo por relativizar


 Nick Vujicic. Não tem braços nem pernas mas é conhecido mundialmente por ser orador motivacional. Curioso? E diz ele:

“In life you have a choice: Bitter or Better? Choose better, forget bitter.” 

No matter how hard life is, never give up

28/06/2012

Para mim a derrota de ontem é isto basicamente

"Demos porrada na mãe, desbravámos meio mundo, enriquecemos, gastámos o dinheiro e o ouro todo, perdemos meio mundo, fomos invadidos, dominados, expulsámo-los a todos, ficámos, levámos com um terramoto e um maremoto, reconstruímos tudo e ainda mais bonito, andámos a queimar e a ser queimados durante quase 3 séculos de inquisição, matámos o rei, lutámos uma guerra imbecil, levámos nas trombas e perdemos tudo outra vez, fomos torturados, calados, empobrecidos de espírito e conhecimento, amochámos, revoltámo-nos e tomámos as rédeas, cometemos erros, levámos com cortes nos ordenados, despedimentos e ameaças da Alemanha. E agora estes cabrões que nos roubaram Olivença (e a Galiza também devia ser nossa, porra) levaram a moral que o povo precisava para aguentar o corte do subsídio de Natal mais a crise e o desemprego e a emigração outra vez e os empregos precários nem que fosse só durante uns meses. Hermanos é mas é o caralho, vão-se foder mais a vossa princesa anorética viciada em plásticas e o príncipe meio atrasado e o rei que mata elefantes e a rainha mansa porque jogámos muito melhor do que vocês e caralho se não fosse este azar que nos persegue desde há séculos de existência tínhamos ganho esta porcaria que não signifca nada e não passa de uma palhaçada mas que foda-se já que chegámos aqui era andar mais um bocadinho e quem sabe acabar com este enguiço e com este "faltou-nos um bocadinho assim"."


Roubado descaradamente da Leididi e do seu blog O Blog do Desassossego
Aqui

11/04/2012

Postzinhos de encher chouriços

Estão a ver aqueles blogs que SÓ colocam imagenzinhas lindas (amarelas e cor de rosa) com citações retiradas da net, videos do youtube, links de outras páginas, imagens e afins? Escrita ou falta dela sem conteudo algum, sem opinião formada, sem pensamento, sem discussão, mas que acabam por ter mil comentários "É isso mesmo" "adorei" "concordo contigo". Será que é só a mim que isso enerva? O que faz alguém comentar uma coisa daquelas? Tenho uns quantos blogs no meu reader que vão levar com uma limpeza que vai ser uma maravilha.
Apercebo-me que gosto de ler blogguers que escrevam sobre a actualidade, que tenham opinião vincada, mesmo que eu discorde. Gosto de quem está atento às noticias, gosto de humor sarcástico, negro. Gosto de quem escreve bem. Escrever bem é um turn on tão grande...Gosto de novidades tecnológicas (acho que tenho uma geek dentro de mim e não sabia até ter tido um smartphone) Gosto de música, de cinema, de livros, gosto muito de decoração. Mas nem nos sites ou blogs de decoração consigo gostar daqueles típicos copy paste de imagens dos outros. Gosto de quem me surpreeende.

04/04/2012

TO do LIST ..do melhor que já vi


Recomendo completamente a geeks, cinéfilos e outros sarcásticos que possam gostar deste tipo de imagens e vídeos aqui colocados. Desta lista eu gosto particularmente da ultima.

03/10/2011

Conhecem o Shiuuuuuu ?

Para quem conhece o post secret...este é do mesmo género, mas versão portuguesa.
Gosto muito.

Shiuuuu

19/09/2011

Palavras que eu queria ter escrito XI

"Como esta, poucas outras frases serão tão precisas:

Time goes by so slowly for those who wait...


-Hung up- "
 
Sobre a vida profissional. Para quem me entende pois claro.
 
Da sempre fabulosa Provocação

25/07/2011

Notícia de última hora

Colômbia entra em recessão, a Amy Whinehouse morreu.

Roubada descaradamente do L8motive

20/06/2011

Palavras que eu queria ter escrito X

Como isto é verdade e como me identifico roubei descaradamente para aqui daqui

L8 Motive

Às Mulheres Do Norte - Repost



Gosto de Mulheres do Norte. Perigosas por vezes, genuínas por outras, mas quase sempre directas e frontais. As mulheres do Norte têm olhos verdes únicos e inconfundíveis, olhos cor-de-mel como o dourado de um pôr-do-sol que não se encontra em mais lado nenhum. E quando não são destas cores, podem ser de um castanho diferente de todos os outros castanhos, de um azul cristalino, como que pintado a aguarela. As Mulheres do Norte têm aquela pronúncia que sai dos seus lábios como se fossem versos e rimas conduzidas por um maestro. Até na arte de dizer "caralhadas" as conseguem dizer sem perder a pose, a sensualidade e o estilo - esqueçam as peixeiras do mercado do Bolhão, ou as gajitas da Ribeira pois não é dessas que falo. As Mulheres do Norte são decididas, directas e obstinadas. Para o bem e para o mal. Mas antes assim. Convictas e controversas, mas verdadeiras. Não são como as mulheres de Cascais, com o nariz empinado, a puta da mania e ar de desprezo. São mais abertas, mais acessíveis, mais humildes, com resposta na ponta da língua, e com solução para todas as situações. Mais verdadeiras. Já vos disse que gosto de Mulheres do Norte? As Mulheres do Norte são graciosas, a pele clara, de origem celta, confunde-se com a morena batida pelo sol do campo. E são bonitas. Com sentimentos à flor da pele. Desde aquela beleza pura e dura de traços rasgados e vincados, até aquela beleza que nos passaria despercebida, não fosse aquele "je ne sais quoi" que cresce em nós e trespassa muralhas e obstáculos sem percebermos como. Sejam do Porto, Viana do Castelo, Braga, Guimarães, Valongo ou até Chaves. Gosto de Mulheres do Norte. Da moral apesar da acessibilidade, da facilidade com que dão um estalo e nos mandam para a "puta que pariu" quando lhes faltamos ao respeito. Nós não mudamos as Mulheres do Norte. Se elas quiserem, mudam por nós. Mas é melhor aceitá-las como são. Pois serão sempre aquilo que nos atraiu no primeiro lugar. Foram as que mais amei, e as que mais me fizeram sofrer. Mas que valor daríamos às coisas boas da vida caso não conhecessemos as más? Sim, eu gosto de Mulheres do Norte.

08/06/2011

Palavras que eu queria ter escrito IX



Para mim se uma mulher gosta que lhe digam és tão boa..tabém não se deve importar com o vou-te comer.

Comer pelo Bagaço Amarelo do blog Não compreendo as Mulheres
"Comer uma gaja" ou "comer um gajo", se não é a forma mais bonita de se dizer que se fez Amor com alguém, é pelo menos a forma mais justa. Algumas mulheres, a quem a expressão "comer uma gaja" enoja, até reagem com um "blhac!", exactamente como se estivessem a afastar de si um prato de comida estragada. Tem, portanto, tudo a ver.

A língua é, aliás, fundamental no acto de fazer Amor, talvez porque nela estão presentes a maior parte das papilas gustativas do nosso corpo. É através da língua que um homem pode dizer se uma mulher é doce ou salgada, tanto para a provar como para o dizer.

O Amor faz-se como se come. Às vezes prefere-se uma suave saladinha de Verão, outras vezes uma picante francesinha que faz suar. Tudo depende de como e quantas vezes se quer comer por dia. Também há alturas em que preferimos comer às trinquinhas e outras à glutão. Seja qual for a versão, produzimos sempre mais saliva que o normal. A saliva é a seiva do Amor e da fome.

Por falar em fome, existe uma solidão sexual em cada um de nós, e essa mata-se com sexo, tal e qual como se mata a fome com comida. Estas duas formas de saciar o corpo complementam-se na sua necessidade: uma engorda e a outra emagrece. Se não quiserem dizer assim, não o digam. Mas enquanto aqui andam, comam.

26/05/2011

Palavras que eu queria ter escrito VIII

teenager


do MA-RA-VI-LHO-SO tolan

às vezes, quando estou mesmo com a neura de inspiração, recuo aos anos 90, os da minha adolescência. Foram anos de videos de cores e roupas saturados, fluorescentes, Parker Lewis, tartarugas ninja, Nivana, televisões privadas e meia dúzia de paixões platónicas nos corredores da escola.

A infância e a adolescência são os períodos mais interessantes na vida de qualquer pessoa porque têm o absoluto que a vida jovem ou adulta não têm. Dois bons adultos que se entendem têm tendência a, de certa forma, partilharem conhecimento, eu sei que tu sabes, tu sabes que eu sei. Um gajo quando tem 14 anos não sabe absolutamente nada, não tem nada a ensinar a ninguém e as outras pessoas têm tendência a agravar a confusão, dos pais aos amigos, das paixões platónicas aos professores, é tudo intenso e confuso.
A primeira bebedeira que tive foi de tequilla, no interior norte de Portugal, num acampamento numa reserva natural, não me lembro onde.
Sei que bebi vinho quente de malgas e depois tequilla, perante o olhar desconfiado de locais. Entornei um shot na mesa e sorvi a mesa, para gáudio de todos. Lembro-me que a M. e L. e A. estavam lá e eu estava a apaixonado pelas três mas que numa velha ponte romana, entusiasmado pelos vapores etílicos, imitei um touro e os meus amigos, bons amigos diga-se, tourearam-me com agrado, o que eliminou hipóteses com a L. e a A.

Desviei-me do caminho e desci uma vereda cheia de árvores e silvas e deixei-me cair exausto debaixo de um céu estrelado e puro e cristalino, o céu da serra do interior norte, um céu granítico, diamantes em veludo negro. Estava eufórico da bebedeira, aquelas primeiras em que uma pessoa se sente bem e tal. Quando dei por isso, tinha a M. ao pé de mim, ficou preocupada, havia uma escarpa grande para um rio, cá em baixo e achou que devia tomar conta de mim, os outros que fossem andando e foram. Acho que ela queria - viria a saber anos mais tarde - curtir comigo. Eu não sabia isso, porque raio é que... não sabia isso. O vento às vezes soprava muito forte nos pinheiros e ouvia uma coruja ao longe. Se não fosse ela a arrastar-me pelo braço de volta ao acampamento, tinha ficado ali a dormir.

20/04/2011

Palavras que eu queria ter escrito VII

Ohh pá nada como rir nos dias que passam...
E a culpada disso é a provocação do blog agente provocadora
Diz ela:

"Coisas que gostava de ver



O Pato Donald a admitir: "o que mais me agrada no sexo feminino, também é o olhar mas prefiro, sobretudo, os bicos.



O Rato Mickey: "sempre que chego a casa encho a minha ratinha de beijos".





09/04/2011

Palavras que eu queria ter escrito VI

Podia ter escrito isto após o descalabro da Luz frente ao FCP, a falta de atitude e benfiquismo durante o jogo, e a falta de benfiquismo na luz apagada e rega ligada. Mas prefiro escrever o que se segue após uma boa vitória da Liga Europa (que não me deixa completamente descansado, diga-se. Esta é a equipa que levou 3 secos em Israel contra uma equipa que ninguém conhece. E que, fora de casa, na Liga Europa, não só não ganhou nenhum jogo como marcou um único golo).

A maior das derrotas, esta época, para mim, benfiquista, sócio há 33 anos, é a certeza de que algo se perdeu, na matriz benfiquista tal como ela sempre existiu, ao longo de 107 anos de história gloriosa. A completar o leque de ofensas a essa matriz, que fez do Benfica o maior clube português, está a ideia peregrina de tocar o "Cheira a Lisboa" no Estádio da Luz, sobretudo na recepção a equipas do Norte. Mas está tudo maluco? O Benfica não pode reduzir-se a um clube de uma cidade, nem sequer de uma região! Essa pode ser a realidade de outros clubes, mas não é a do Benfica, com uma implantação única e excepcional, com adeptos em todo o país e em todo o mundo.
Fazer isso é o equivalente ao rasteiro "fdp, slb" gritado com visceral ódio, contra o Benfica, no Dragão, em Alvalade ou em Braga, por exemplo.
Cheira a Lisboa? O Benfica cheira a mundo. Não tacanho, não saloio, não provinciano!
Houve um tempo em que se fosse preciso jogar uma final nas Antas ia-se...e ganhava-se! Esse benfiquismo é que tem de ser O Benfica!Não é esta coisa mal amanhada de valores! Ser Benfica é renovar já com o Maxi. E renovar com o Nuno Gomes, o capitão da equipa acabado de ser operado. Ser Benfica é nunca mais deixar que se repita o episódio da rega e da luz apagada. Ser Benfica é dizer aos adeptos para não faltarem a nenhum jogo, em casa e fora! Ser Benfica tem de ser uma equipa entrar em campo e saber que não pode perder o jogo para um rival e passar-lhe testemunho. Não pode! Dar tudo, sem pensar no jogo da Liga Europa que virá depois, nem em mais nada! O que é que acontece a seguir? Vende-se o capitão de equipa bem abaixo da clausula de rescisão para um rival? Passamos a receber árbitros em casa e a pagar vitórias em fruta? Vamos passar a amassar o carro de jogadores quando as coisas correm mal? Vamos pagar balúrdios aos adversários dos nossos rivais para darem um pouco mais contra eles e amolecerem contra nós? Vamos intimidar jogadores, treinadores, dirigentes e adeptos quando nos visitam ou vamos limitar-nos a fazer tudo para sermos melhores e ganharmos dentro do campo?
A maior derrota desta época é este desprendimento dos valores do benfiquismo.
E digo-o já, mesmo antes de saber se ganhamos ou não Taça da Liga, Taça de Portugal e Liga Europa. E acreditando que podemos fazê-lo. Ser benfiquista é também isso. Ganhar, venha quem vier. Com classe.


Do Dias úteis do Pedro Ribeiro






25/03/2011

Palavras que eu queria ter escrito V

A gente encontra-se na fila do pão


Não gostei como Sócrates esperou convenientemente para apresentar o PEC cá dentro, depois da votação da moção de censura, depois de obter aval lá fora. Não gostei de algumas (das poucas) medidas que ouvi, como o congelamento das pensões; quanto a corte de algumas pensões (nomeadamente as pagas pela CGA a FP reformados e superiores a €1.500,00), por pura justiça concordo. Não gostei do ultimato do ou aprovam ou eu vou-me embora. Por outro lado não gostei da postura do PSD de então não aprovo, quero ver se vais mesmo. Não gostei de entretanto o PS aparecer com um então diz lá afinal com o que não concordas, vá. Não gostei do PSD dizer agora não digo, toma. Não gostei que a grande senhora professora / mãe da política (aka presidente) tivesse feito de conta que não via a briga no recreio e não tivesse ido lá, dado uma bufardona em cada um para ganharem juízo, e depois os obrigasse a dar um beijinho, um aperto de mão, e que resolvessem as suas diferenças como dois homenzinhos.
Não gosto de ver gente a quem pago ainda que um cagagésimo do ordenado a fazer estas figurinhas. Não é para isso que lhes pagamos. Não é para isto que lá estão. E entretanto, quem se fode é o mexilhão.
E estamos tão, mas tão fodidinhos que vocelências nem imaginam. Assumo: tenho medo do FMI, que não vão acabar com tachos porra nenhuma. Vão cortar subsídios, salários, postos de trabalho, aumentar impostos, até à próxima e façam favor de ter juízo.

*esta é para quem se lembra dos anos 80. quem diz pão diz leite, batatas, farinha.

da I do O Doutor da Licença

22/02/2011

Palavras que eu queria ter escrito IV

A Polo Norte do Quadripolaridades é que sabe...

Quando era adolescente fazia parte da geração rasca. Via-se na televisão pessoal a dizer que não pagava propinas e a alçar do rabinho e a mostrá-lo na televisão. Nunca me revi nessa geração que protestava mostrando o nalguedo.
Agora querem que me enquadre numa geração à rasca. Uma geração que ouve Deolinda e encontra hinos que a descrevam (lamento o meu mau gosto, mas se eu tivesse um hino que me descrevesse seria o "Nasce Selvagem"). Não me revejo.
Eu sou de uma geração própria e muito circunstancial. A minha geração é a de pessoas que viviam em Cascais e iam todos os dias trabalhar para Vila Franca de Xira para ganharem experiência profissional. A minha geração é a de pessoas que viviam em Lisboa em casinha do papá e trocaram o conforto do lar para ir trabalhar para o Algarve, ministrando formação em cursos EFA a formandos que faziam do subsídio de emprego uma forma de vida, porque tinham que começar a trabalhar em algum lado. A minha geração é a de pessoas que sendo técnicas começaram por ganhar 600€ a trabalhar todo o dia de pé num laboratório, auferindo menos vencimento que uma administrativa, porque um estagiário tem que se sujeitar. A minha geração é a geração que comprava o Expresso semana após semana, nunca se conformando, fazendo da procura activa de emprego um conceito contínuo, mesmo que já se estivesse a trabalhar. A minha geração é a geração da Margarida, da Rita Maria, da Ana Luísa e da Xana que emigraram, para longe dos amigos e da família, porque sabem que crescer profissionalmente requer esforço e sacrifício. A minha geração é a geração que prefere andar de transportes públicos e ter dinheiro para arrendar uma casa que viver em casa dos pais e ter dinheiro para ir a concertos. A minha geração é a geração que prefere trabalhar numa área que não é a sua que ser uma doutora desempregada e amargurada. A minha geração é a geração que não assume o discurso que a culpa é da crise, é a geração que não espera que o trabalho lhe bata à porta, é a geração que prefere trabalhar a ganhar menos que ficar em casa e ser subsidiária.
Quanto à vossa, não sei. Mas a minha geração é a geração desenrasca.

13/10/2010

Palavras que eu queria ter escrito III

"Não é difícil antever uma carreira de sucesso como conferencistas ao grupo de mineiros chilenos cujo resgate decorre neste momento. E consta já por aí que a primeira dessas conferências será precisamente em Portugal. Será levada a efeito no Estádio de Alvalade e terá como tema "Como sair de um grande buraco ainda antes do Natal"

Eu acho que deveria ser na Assembleia da República.

By Pedro Aniceto em Reflexões de um cão com Pulgas

07/10/2010

Palavras que eu queria ter escrito II

As relações entre as pessoas são em tudo semelhantes às relações que temos com os bancos. Eu só tenho como levantar se depositar previamente. E isto é assim em tudo. Com o dinheiro, a amizade e o amor. Ora se é pacífico que uma conta bancária só apresenta um saldo positivo se os depósitos forem superiores aos levantamentos efectuados, muito me surpreende que as pessoas estranhem o facto de numa relação a falta de investimento na mesma degenerar numa total ausência de plafond. Isto tudo só para dizer que quem não dá não pode receber.


By Maria in Made in Lisbon

28/09/2010

Palavras que eu queria ter escrito 1

Lembro-me com alguma nostalgia do tempo em que me sentava em qualquer lado para namorar. Podia ser na beira dum passeio, num muro qualquer ou até no chão arenoso do liceu. Agora não o faço a não ser no conforto do sofá da sala e, vá lá, uma vez por outra na areia da praia ou numa relva que por acaso se encontre fofa e sem detritos caninos. O que interessa é que dantes estar perto dela era o mais importante, agora o mais importante é estar perto dela e em condições de higiene e conforto mínimas. Não é que esteja mal, mas continuo a acreditar que a adolescência é uma fase única da vida.

Por Bagaço Amarelo em Não compreendo as mulheres